quarta-feira, 12 de setembro de 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Opinião: FF grande artista português

Não sei como não foi dada importância a um talento como o FF (Fernando Fernandes) em Portugal, que apenas viu o seu valor e talento ser reconhecido no programa da TVI A tua cara não me é estranha 2. Eu pergunto-me o que é que a indústria da música anda a fazer em Portugal, a dormir decerto. Um artista capaz de se igualar às grandes vozes nacionais e internacionais, só há uma palavra para o descrever: ESPECTACULAR.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Matriz do 2º teste do 2º Período do 11º ano



Ano Lectivo 2009/2010 - 11ºAno
Matriz do 1ºteste de Filosofia do 2º Período
Unidade II - O Conhecimento e a Racionalidade Científico - Tecnológica
Capítulo 2 – Teorias explicativas do conhecimento

Objectivos
Cap. 2
1. Distinguir o empirismo de racionalismo.
2. Compreender porque razão Hume é empirista
3. Explicar em que consiste a análise que Hume faz do conceito de causa.
4. Comprender que essa análise conduz ao cepticismo quanto à objectividade desse conceito, mas que esse cepticismo é mitigado.
5. Explicitar a finalidade da análise kantiana do conhecimento.
6. Compreender o papel da sensibilidade e do entendimento no processo de conhecimento.
7. Mostrar porque razão não é possível conhecer realidades não empíricas.
8. Compreender que o racionalismo kantiano não admite a possibilidade de um conhecimento puramente racional.

Conteúdos
Cap.2 Teorias explicativas do conhecimento
1. O empirismo de David Hume
1.1 Impressões e ideias são o conteúdo do conhecimento.
1.2 Tipos de conhecimento: relações de ideias e questões de facto
1.3 Os conhecimentos de facto e a relação de causalidade.
1.3.1 O problema da existência do mundo exterior.
2. O racionalismo critico de Kant
2.1 Todo o conhecimento começa com a experiência: a importância da sensibilidade.
2.2 O conhecimento científico não deriva da experiência ( não tem o seu fundamento nela), mas sim de certas formas a priori do sujeito que conhece.
2.3 O conhecimento científico, embora não tenha o seu fundamento na experiência, começa com ela e por isso, só pode ser conhecimento de realidades empíricas.
2.4 A razão e os limites do conhecimento – A realidade e o ideal.




Estrutura e Cotações
6 questões de escolha múltipla (10X6=60 pontos)
4 questões (25X4=100 pontos)
1 comentário de texto (1X40=40 pontos)

Critérios
Estrutura e correcção da linguagem.
Adequação da resposta à questão.
Domínio e estruturação dos conteúdos.
Capacidade de leitura e comentário de texto

Paulo Medeiros
25/02/2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

(Aulas nº 75 e 76)

Kant

“Sem a sensibilidade nenhum objecto seria dado, sem o entendimento nenhum seria conhecido e o conhecimento não seria possível. Pensamentos sem conteúdos são vazios; intuições sem conceitos são cegas”

Crítica da Razão Pura, Kant

“Todo o conhecimento humano começou com intuições, passou daí aos conceitos e terminou com ideias”

Crítica da Razão Pura, Kant

Será que a limitação do conhecimento nos satisfaz?

A razão deseja explicações definitivas, absolutas.

O entendimento ao explicar os fenómenos, encontra como causa de um fenómeno sempre outro fenómeno, nunca atingindo, já que não ultrapassa o plano dos objectos espácio-temporalmente enquadrados, a causa última e incondicionada de todos os fenómenos.

- A vontade do conhecimento absoluto, exige que não fiquemos pelo que é condicionado e que encontremos o que é incondicionado.

- Isso não quer dizer que o incondicionado exista ou se possa alcançar.

- A razão forma a ideia de Deus. Isso traduz o desejo de absoluto e nada mais.

- A ideia de Deus vai ser útil à actividade científica do entendimento.

Regula (estabelece uma regra) a actividade cognitiva do entendimento.


Esta regra diz o seguinte:

“Conhece como se fosse possível atingir o conhecimento absoluto”

- O conhecimento absoluto é um ideal irrealizável, contudo querer realizá-lo tem consequências positivas:

· Considerará provisórios todos os conhecimentos

· Não se satisfará com as explicações alcançadas

· Progredirá no conhecimento do mundo dos fenómenos como se um dia fosse possível explicá-los definitiva e totalmente

· Consubstancia o desejo do cientista que é o de encontrar a chave que decifre o enigma que é o universo e não só este ou aquele aspecto do universo.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Drama Trailer - Million Dollar Baby (2004)

Million Dollar Baby (Million Dollar Baby - Sonhos Vencidos (título em Portugal) ou Menina de ouro (título no Brasil) ) é um filme estadunidense, do gênero drama, lançado em 2004 e dirigido por Clint Eastwood. Ganhou quatro Óscars da Academia incluindo o de melhor filme e melhor diretor. Em Portugal foi distribuído pela Lusomundo, tendo estreado no dia 17 de Fevereiro de 2005.












Sinopse: Afastado da sua filha, Frankie revela uma grande dificuldade na aproximação aos outros, e apenas lhe resta o amigo Scrap, um ex-lutador de boxe que cuida do ginásio de Frankie. É então que entra em cena, em seu ginásio, Maggie Fitzgerald, que sempre teve pouco da vida, mas que ao contrário de muitos, sabe bem o que quer e tem a determinação necessária para o alcançar.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Aulas nº 71 e 72


Kant contrapõe a Hume nos seguintes termos:

“Embora todo o nosso conhecimento comece com a experiência, isso não significa que proceda todo da experiência”.

Kant não dúvida da existência de conhecimentos científicos e por isso não perguntará se é possível o conhecimento, mas como é possível o conhecimento. Trata-se de esclarecer as condições de possibilidade de um facto (o conhecimento científico) e não de mostrar se há ou não conhecimentos científicos.


A forma como Kant organiza o seu pensamento passará pela resposta às seguintes questões:
Qual a origem do conhecimento e como começa?
O que o torna objectivo?
Quais as faculdades envolvidas no processo cognitivo e que papel desempenham?
O que posso conhecer e quais os limites do conhecimento?




- A “Crítica da Razão Pura”, é uma obra que pretende educar a razão, na medida em que, o facto de a razão ter um valor seguro, não significa que nela devamos confiar em todos os seus caminhos. (Crítica ao Dogmatismo Cartesiano)



- É essencial limitar o seu uso objectivo ou seja aquilo pelo qual ela nos conduz a um conhecimento seguro.


- Para estabelecer os limites da razão temos de procurar as fontes do conhecimento distingui-las e relacioná-las:

Conhecimento científico tem duas fontes (ambas indispensáveis ao conhecimento, não têm primazia uma sobre a outra):

1. Sensibilidade

A sensibilidade intui ou dá o que há para conhecer: os fenómenos. Intuição sensível é a matéria ou conteúdo.

N.B.: O conhecimento começa com a experiência. É a sensibilidade que nos dá objectos para conhecer. O que intuímos é já o resultado de uma primeira síntese designada por fenómeno.
O fenómeno é já trabalhado pelos conceitos puros de tempo e espaço. (um fenómeno é sempre uma coisa intuída/experienciada pelo sujeito).


2. Entendimento


O entendimento conhece os fenómenos estabelecendo entre eles relações necessárias (leis).
O fenómeno é a forma lógica do conhecimento.


Isto quer dizer que há condições a priori e que o sujeito desempenha um papel activo no processo de conhecimento não se limitando a receber passivamente o que percebe. Dirá, por outro lado, aos racionalistas que é verdade que o sujeito traz algo de si – o espaço e o tempo mas que isso sem a experiência nada é.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

(Aulas nº67 e 68)

Inicio do estudo da perspectiva epistomológica de Kant de Kant

Emanuel ou Immanuel Kant é um filósofo iluminista alemão.
Nascido a 22 de Abril de 1724, em Königsberg é considerado o último grande filósofo dos princípios da era moderna, indiscutivelmente um dos seus pensadores mais influentes. Faleceu a 12 de fevereiro de 1804 (79 anos), em Königsberg.


Das suas obras destacam-se:


...........................(aborda a moral/ética) (aborda a estética)


As suas questões fundamentais…
» O que posso saber? – O problema do conhecimento verdadeiro
» O que devo fazer? – O problema ético
» O que me é permitido esperar (se faço o que devo fazer)? – O problema da religião

As questões da filosofia do conhecimento são as que põem o problema da:
» Origem do conhecimento (fonte)
» Possibilidade e natureza do conhecimento
» Valor do conhecimento
Kant reflecte sobre elas na Critica da Razão Pura.


Uma vida conciliatória…
Perante a resposta de David Hume à possibilidade do conhecimento e à sua natureza que não passa de provável e de subjectiva (cepticismo), e o racionalismo de origem cartesiana (dogmatismo), Kant tenta encontrar um meio-termo que procura conciliar, através de uma síntese do racionalismo e empirismo humeano.


Kant ultrapassa a dicotomia resultante das duas posições anteriores:
1. A fonte do conhecimento é razão – racionalismo
2. Todo o conhecimento tem origem na experiência - empirismo

Os traços gerais da resposta de Davis Hume versus Kant